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Santista – História

Santista – História

A história da Santista começa em 29 de outubro de 1929 com a criação da Fábrica de Tecidos Tatuapé S.A., o mesmo nome do bairro da capital paulista onde a empresa se instalou. Na época, confeccionava sacos para atender à produção de farinha e diversos tipos de fios.

O crescimento industrial brasileiro nos anos seguintes ajudou a ampliar a capacidade de produção da Fábrica. Aos poucos, novos negócios foram incorporados e, a partir daí, surge a Santista Têxtil.

Desde então, a empresa ganhou espaço no mercado nacional com inovação e pioneirismo. Em sua trajetória, a Santista foi responsável por lançar lãs para tricô, produzir e exportar casimira, lençóis, roupas profissionais e o mais famoso de todos: o denim (índigo) para produção de jeans.

Hoje a empresa atua em duas Unidades de Negócio: Jeanswear, dedicada à produção de tecidos inovadores para a confecção de jeans, e Workwear, voltada para a produção de tecidos especiais para roupas profissionais.

Na década de 1930 a Santista deu tão certo que inaugurou uma nova fábrica dedicada à fiação de lã.

Em 1956 começa a produção de tecidos para uniformes de trabalho – algo até então inédito no Brasil.

Em 1975 , o denim se converte no principal foco da empresa, a Santista Têxtil lança o seu legítimo denim índigo blue. O produto foi um sucesso, tendo parte da sua produção vendida para a pioneira Levi-Strauss americana.

Já em 1988 torna-se a empresa número um em produção de denim e casimiras no Brasil. Também é líder no segmento de roupas profissionais.

Em 1994 ocorre a fusão entre a Santista e a São Paulo Alpargatas e nasce a maior fabricante brasileira de tecidos índigo e a maior exportadora têxtil do país.

Uma ano depois ocorre a aquisição da Grafa, na Argentina e a Santista consolida sua posição na América do Sul.

Quatro anos mais tarde, a  Santista adquire a empresa chilena Machasa e se transforma no maior parque industrial têxtil da América do Sul, tornando-se a primeira multinacional brasileira do setor.

Em 2003 o Grupo Camargo Corrêa assume o controle acionário da Santista.

Três anos depois,  com a fusão entre a Santista e a Tavex Algodonera, da Espanha, surge um novo líder mundial em denim.

Em 2007 a Santista e a Tavex adquirem duas plantas no México, completando a plataforma de fornecimento para os EUA, o maior consumidor mundial de denim.

Um ano depois Santista muda sua razão social para Tavex e passa a focar nos mercados europeu e norte-americano. A sede da empresa é transferida do Brasil para a Espanha.

Em 2015, a Santista retoma o nome original e volta para o país. Vende as unidades da Europa e do México e agora com know-how de desenvolvimento de produto global anuncia nova fase com o foco em seus principais mercados: Brasil e América Latina.

Em 2018 a Santista passa a fazer parte do grupo mexicano Siete Leguas.

Desde 2020 a Santista volta ao domínio brasileiro com o grupo GBPK, que adquiriu o controle das ações da Santista Brasil e Argentina.

 

Créto das Imagens:

Google

 

 

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