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Uniformes olímpicos e bordados

Uniformes olímpicos e bordados

As Olimpíadas Modernas foram idealizadas pelo francês Pierre de Coubertin e realizada em Atenas em 1896, em decorrência de escavações que foram feitas na cidade de Olímpia durante anos anteriores que resultou em descobertas históricas.

Essas descobertas demostravam jogos que foram realizados e que estavam representados em murais pela cidade e cerâmicas encontradas durante as escavações, assim Pierre que era um esportista se interessou em reviver esse tipo de competição.

Quando ocorreu o renascimento das competições esportivas, não se imaginava na época o interesse que as empresas de tecidos, aviamentos, esportes e estilistas teriam em estar presentes nos uniformes dos atletas.

Hoje a importância em estar presente em um evento de tamanha magnitude significa estar em evidência para o mundo todo literalmente. Isso significa mais vendas no fim do investimento visto por exemplo, que os tecidos são desenvolvidos a fim de possibilitar um maior desempenho dos atletas nos esportes.

Poderíamos refletir sobre a moda nesse contexto, mas o que nos guiou como ponto de interesse foi saber se e como o trabalho manual se fez presente nesse processo.

De largada, já foi possível constatar que se houve alguma preocupação no que diz respeito aos trajes para a prática esportiva, ela foi direcionada aos atletas masculinos, esses podiam vestir menos camadas de roupas para a execução das competições, enquanto para as mulheres era recomendado usar roupas de passeio, sem abrir mão dos chapéus para proteger da exposição solar ou seja, na prática a moda nesse momento não se adaptou para a prática esportiva feminina, assim bordados eram facilmente encontrados nos trajes olímpicos, até mesmo porque a presença feminina era medíocre, em 1900 somente houve atletas participando na modalidade de tiro com arco.

Coincidentemente a moda estava em transformação nesse período, se até esse momento as cinturas marcadas pelo espartilho era item obrigatório, a partir de 1910, a moda se tornou favorável ao movimento do corpo feminino, através das criações de Paul Poiret.

Muitas Olimpíadas depois, o bordado foi lembrado pelas delegações dos países onde o fazer manual é presente e valorizado, como na Alemanha e México por exemplo.

Esse ano o Brasil terá peças com bordados feitos pelas bordadeiras de Seridó, infelizmente bordados feitos à máquina, perdeu- se assim a oportunidade de divulgar e valorizar o manual.

 

Crédito de imagens: Google

 

 

 

 

 

 

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