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Qual é a sua técnica de bordado?
Ponto Atrás. É o ponto mais básico do bordado
Quais são suas influências e inspirações no desenvolvimento do seu trabalho?
Sou influenciado pela história e pela história da arte.
Quais foram os principais desafios que você enfrentou ao longo de sua experiência com bordado? Como foi a transição da pintura para o bordado?
Tratar a construção da obra (tempo e processo) como mais uma obra de arte e não como terapia.

Como você se sentiu ao abordar o tema da ditadura?
Foi reconfortante trabalhar em questões políticas sobre o meu país e sentir que poderia, através do bordado, desenvolver e mostrar as minhas posições políticas e éticas.
Quais fios você usa para bordar? Naturais ou sintéticos?
Fios de algodão egípcio, marca francesa DMC.

Aqui no Brasil existem muitos preconceitos contra o trabalho manual, na maioria das vezes ele é atribuído ao sexo feminino e portanto subjugado. Como é para você ser um artista reconhecido em um mundo predominantemente feminino?
Acho errado pensar no bordado como feminino – isso vem mais de um mundo centro-europeu e colonial – no mundo rural mexicano, tanto os homens como as mulheres são quem fazem o trabalho manual, o bordado e o artesanato em todos os níveis do processo desde coletar algodão ou lã e até cardar, tingir, etc.
Também é verdade que existem distinções de classificação porque, por exemplo, um alfaiate tem mais peso social do que uma costureira, tal como um tintureiro tem mais peso social do que uma lavadeira. Os trabalhos dos homens têm sempre um espaço e um peso social de importância na comunidade; e as femininas são relegadas ao espaço doméstico e cotidiano que é absorvido pela família e pelas circunstâncias cotidianas.
Existe algum assunto tão importante além dos protestos políticos no bordado?
Sim, a sexualidade, a própria materialidade do fio, o tempo investido em termos de mais-valia gerada pelo capital.

Sabemos que o seu percurso no bordado começou por influência de Mónica Castillo, quem te inspira atualmente?
Sou inspirado pelo meu ambiente cotidiano.
Normalmente quando falamos com bordadeiras e profissionais do mundo têxtil perguntamos qual seria o melhor conselho para quem está começando… Qual seria o seu?
O maior conselho: acredite em si mesmo, na perseverança e na prática diária do trabalho. Também seja claro sobre que tipo de artista você é e a quais esferas da arte e mercado você pertence.
¿Cuál es su técnica de bordado?
Pasado encontrado o punto atrás. es la puntada más básica en bordado
¿Cuáles son sus influencias e inspiraciones en el desarrollo de su trabajo?
Me influencia la historia y la historia del arte.
¿Cuáles fueron los principales desafíos que experimentó a lo largo de su experiencia con el bordado? ¿Como fué la transición de la pintura para el bordado?
El tratar la construcción de la obra (tiempo y proceso) como otra obra de arte y no como terapia.
¿Cómo se sintió al bordar el tema de la dictadura?
Me reconfortó trabajar temas políticos sobre mi país y sentir que podía a través del medio del bordado desarrollar y mostrar mis posturas políticas y éticas.
¿Qué hilos usas? ¿Naturales o sintéticos?
Hilos de algodón egipcio, marca francesa DMC.
Aquí en Brasil hay muchos prejuicios contra el trabajo manual, la mayoría de las veces se atribuye al sexo femenino y por tanto subyugado. ¿Cómo és para usted ser un artista reconocido en un mundo predominantemente femenino?
Creo que es erróneo el pensar el bordado como femenino, – eso viene más de un mundo centroeuropeo y colonial-, en el mundo rural mexicano tanto hombres como mujeres son los que hacer trabajo manual, bordado y artesanía en todos los niveles del proceso desde recolectar el algodón o la lana y hasta cardar, teñir, etc.
También es cierto que has distinciones de rangos pues por ejemplo un sastre tiene más peso social que una costurera, igual un tintorero que una lavandera. Los oficios masculinos siempre tienen un espacio y peso social de trascendencia en la comunidad; y los femeninos están relegados al espacio doméstico y cotidiano
que es absorbido por la familia y las circunstancias diarias.
¿Hay algún tema que sea tan importante además de los protestos políticos en el bordado?
Si, la sexualidad, la materialidad misma del hilo, el tiempo invertido en términos de la plusvalía que genera el capital.
Sabemos que su camino en el bordado comenzó por la influencia de Mónica Castillo, ¿quién te inspira actualmente?
Me inspira mi entorno cotidiano.
Normalmente cuando hablamos con bordadoras y profesionales del mundo textil preguntamos cuál sería el mejor consejo para quienes recién empiezan… ¿Cuál sería el suyo?
El mayor concejo: creer en si mismo, perseverancia, y la praxis diaria con el oficio. También tener claridad de que tipo de artista eres y a que esferas del arte y el mercado perteneces.