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Entrevista com Carol Cuadra Luna – @mi.artediario – PORT/ESP

Entrevista com Carol Cuadra Luna – @mi.artediario – PORT/ESP

Qual é a sua técnica de bordado?

A técnica de bordado mais utilizada é a Pintura de Agulha, que consiste em pintar com fios. Se usa uma linha só, e as  mudanças de cor são feitas de maneira suave e planejada. Esta técnica é ideal para bordar retratos de animais e pets, insetos, cogumelos, e tudo relacionado à flora e fauna, o que mais gosto de bordar.

Como  o bordado chegou na sua vida?

Fui uma amiga que me sugeriu que deveria testar o bordado, e essa ideia ficou na minha mente. Depois, uma tarde, enquanto passava por uma feira local, encontrei um kit de bordado que incluía tudo o que era necessário: fios, bastidor e tecido. Decidi seguir o pequeno manual de pontos que vinha com o kit e me encantei. Desde esse momento não pude mais parar. Cheguei em um momento crucial da minha vida, quando abandonei meus estudos e senti algo perdido e desanimado. O bordado e as manualidades me deram uma nova guia e propósito.

Como artista gráfica, os fios e os tecidos são seu suporte têxtil favorito?

Com certeza tenho gostado de misturar o bordado com a música e a encadernação, o que terminou se tornando minha marca pessoal: os cadernos bordados. Esta fusão de materiais e disciplinas foi
muito enriquecedora para meu processo criativo.

No Chile, o bordado é valorizado como arte? É possível ter uma renda extra com o bordado?

No Chile ainda falta muito para valorizar e desenvolver o âmbito artístico em geral, mas graças às redes sociais, hoje em dia é possível realizar colaborações, empreendimentos e gerar rendimentos. Tudo depende do quanto você muda e da criatividade que você tem em seu trabalho. No meu caso, além de realizar bordados para a venda, também ofereço cursos online.

A que horas do dia você borda?

Meus horários variam, mas geralmente terminam tarde da noite. Embora não seja o ideal devido à falta de luz natural, sempre me acompanhe com uma lupa com luz potente para poder trabalhar com comodidade.

Quais são suas influências e inspirações no desenvolvimento de seu trabalho?

Ultimamente, minha maior influência e fonte de inspiração me fornece a música de grandes artistas como Violeta Parra. Tentando transmitir para a tela as emoções que transmitem suas letras e melodias, o que permite exclusividade em cada peça.

Quais foram os principais desafios que você experimentou ao longo de sua experiência com o bordado?

No princípio, um dos maiores desafios foi o desenho, já que eu não gostava muito de fazer os projetos. No entanto, percebia que era essencial para o bordado e aprendi a criar desenhos simples.
Então, você tem  familiarizar-se com a importância das luzes e sombras, e como isso afeta o resultado final do bordado. Outro grande desafio foi aprender a fazer pedidos e cumprir as expectativas de os clientes, gerenciando os
tempos e o esforço criativo necessário para produzir algo para alguém. Também me custou definir os preços.
Todos esses desafios foram superados pouco a pouco, com muita paciência e habilidade.

Onde você busca inspiração?

Sempre encontrei inspiração na natureza. Nos últimos anos, tive a  sorte de viver em lugares maravilhosos rodeados de vulcões, bosques, lagos, rios e praias. Este ambiente natural é uma fonte constante de criatividade para mim.

O que não pode faltar na sua caixa de bordado?
As agulhas número 10 da John James são indispensáveis ​​para meus projetos.

Que conselho você daria a uma novata?
Meu conselho seria nunca comparar-se com os demais. A prática é o que realmente fez o mestre. Também sugiro experimentar tudo o que for possível com cores, texturas e espessuras de fios. Isso não será apenas uma experiência, mas também aprenderá a trabalhar e combinar diferentes materiais para obter efeitos únicos.

Espanhol

¿Cuál es su técnica de bordado?

La técnica de bordado que más utilizo es el Needle Painting, que consiste en pintar con hilos. Se emplea una sola hebra de hilo,realizando sutiles cambios de color para lograr efectos suaves planos. Esta técnica es ideal para bordar retratos de mascotas, insectos, hongos, y todo lo relacionado con la flora y fauna, que es lo que más suelo bordar.

¿Cómo llegó el bordado a su vida?

Fue una amiga quien me sugirió que debería probar el bordado, y esa idea se quedó en mi mente. Luego, una tarde, mientras paseaba por una feria local, encontré un kit de bordado que incluía todo lo necesario:
hilos, bastidor y tela. Decidí seguir el pequeño manual de puntadas que venía con el kit y me encantó. Desde ese momento, no pude detenerme. Llegó en un momento crucial de mi vida, cuando había dejado mis estudios y me sentía algo perdida y desanimada. El bordado y las manualidades me dieron una nueva guía y propósito.

¿Como artista gráfica, los hilos y los tejidos son su soporte textil favorito?

Definitivamente, ultimamente he estado combinando el bordado con la música y la encuadernación, lo cual ha dado lugar a mi sello personal: las libretas bordadas. Esta fusión de materiales y disciplinas ha sido
muy enriquecedora para mi proceso creativo.

¿En Chile, el bordado es valorado como arte? ¿Puede ser también una opción de renta extra?

En Chile aún falta mucho por valorar y desarrollar el ámbito artístico en general, pero gracias a las redes sociales, hoy en día es posible realizar colaboraciones, emprendimientos y generar ingresos. Todo depende de cuánto te muevas y de la creatividad que le pongas a tu trabajo. En mi caso, además de realizar pedidos bordados, también ofrezco talleres online.

¿A qué horas del día borda usted?

Mis horarios varían, pero comúnmente bordo por la tarde-noche. Aunque no es lo ideal debido a la falta de luz natural, siempre me acompaña una lupa con luz potente para poder trabajar con comodidad.

¿Cuáles son sus influencias e inspiraciones en el desarrollo de su trabajo?

Últimamente, mi mayor influencia y fuente de inspiración proviene de la música de grandes artistas como Violeta Parra. Intento trasladar a la tela las emociones que transmiten sus letras y melodías, lo que le
da un carácter único a cada pieza.

¿Cuáles fueron los principales desafíos que experimentó a lo largo de su experiencia con el bordado?

Al principio, uno de los mayores desafíos fue el dibujo, ya que no me gustaba mucho hacer los diseños. Sin embargo, comprendí que es una base esencial para el bordado, y aprendí a crear bocetos sencillos.
Luego, tuve que familiarizarme con la importancia de las luces y sombras, y cómo afectan al resultado final del bordado. Otro gran desafío fue aprender a tomar pedidos y cumplir con las expectativas de los clientes, gestionando
los tiempos y el esfuerzo creativo necesario para producir algo para otro. También me costó definir los precios.
Todos estos desafíos los he ido superando poco a poco, con mucha paciencia y amabilidad.

¿Dónde busca usted inspiración?

Siempre encuentro inspiración en la naturaleza. En los últimos años, he tenido la suerte de vivir en lugares maravillosos rodeados de volcanes, bosques, lagos, ríos y playas. Este entorno natural es una fuente constante de creatividad para mí.

¿Qué no puede faltar en su caja de bordado?

Las agujas número 10 de John James, son indispensables para mis proyectos.

¿Qué consejo le daría a una novata?

Mi consejo sería nunca compararse con los demás. La práctica es lo que realmente hace al maestro. También les sugiero experimentar todo lo posible con colores, texturas y grosores de hilos. Esto no solo les dará experiencia, sino que también aprenderán a trabajar y combinar diferentes materiales para lograr efectos únicos.

 

Crédito de imagens: @mi.artediario

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