Bem-vindo ao mundo do bordado!

Carrinho
Subtotal : R$144.00

Frete grátis para compras acima de R$300,00

Entrevista com Giselle Navarro: alice n’ the bear – EUA – POR/ENG

Entrevista com Giselle Navarro: alice n’ the bear – EUA – POR/ENG

Como o bordado entrou na sua vida? Conte-nos brevemente sua história.

Fui apresentada à costura por volta dos 7 anos de idade pela minha avó, que era costureira na cidade e pela minha mãe, que aprendeu com ela. Eu recebia pedaços de tecido para praticar e tentava fazer minhas próprias roupas de Barbie com eles. Depois, ficando mais velha, aprendi técnicas básicas de bordado para decorar guardanapos. Muitos anos depois me deparei com um livro da Stitch People e despertei a criatividade mais uma vez, só que agora fazendo retratos com linha.

A que horas do dia você borda?

Sou terapeuta ocupacional pediátrica durante o dia, então o bordado tem que esperar até as crianças irem para a cama e normalmente dura apenas algumas horas por noite.

Quais são suas influências no desenvolvimento do seu trabalho?

Meu trabalho artístico é influenciado pelas próprias pessoas que devo costurar! Eles fornecem as fotos e eu faço a minha interpretação do look deles que acredito poder recriar com linha.

Quais foram os principais desafios que você viveu ao longo da sua experiência com o bordado?

Meus maiores desafios são encontrar o equilíbrio entre a vida cotidiana e o meu bordado, ainda trabalhando nisso, se você estiver se perguntando. A outra são minhas limitações físicas. Tenho Lúpus e Artrite Reumatóide. Posso ficar com as articulações rígidas e facilmente cansada, o que faz minhas mãos tremerem se eu me esforçar demais. Pelo menos nessa parte aprendi a fazer pausas e planejar muito bem meu trabalho.

Como você lida quando um trabalho dá errado?

Respiração profunda,  tenho um acesso de raiva e então pego o meu abridor de casas (para alguns desmanchador). Às vezes, recomeçar é a melhor solução. Às vezes, recomeçar muitas vezes também é a melhor solução.

Onde você procura inspiração?

Gosto de me manter rodeada de colegas artistas que trabalham no mesmo meio. É útil trocar ideias entre si para ajudar na resolução de problemas e obstáculos que acontecem.

O que você gostaria de aprender no mundo têxtil?

Ah, há muuuuito talentos têxteis incríveis para aprender!! Tão difícil escolher um! Por causa desta questão, vou com a feltragem! Já vi algumas obras de arte incríveis onde a feltragem foi adicionada a um bastidor.

Diga-nos, no mundo têxtil, quem você admira?

Esta é certamente uma pergunta difícil.  Busco inspiração em pessoas que creio que tenham um talento incrível. Ver o trabalho deles só me faz querer continuar aprimorando minhas habilidades.

O que não pode faltar na sua caixa de bordar?

Agulhas nº 10 e nº 5, um porta-agulhas, cera de linha da @snitches._.get._.stitches, abridor de casas, uma tesoura minúscula,  minha mini almofada de alfinetes cheia de areia e alfinetes!

Que conselho você daria para um iniciante?

Continue praticando! Encontre pontos para participar e cerque-se de uma comunidade de pessoas que estão na mesma área que você! Além disso, produtos de qualidade FAZEM a diferença!

How did embroidery come into your life? Tell us briefly your story.

I was introduced to sewing around the age of 7 by my grandmother who was her towns seamstress and my mother who learned from her. I would be given scraps of fabric to practice on and would attempt to make my own Barbie’s clothes with them. Then getting older I was taught basic embroidery techniques to decorate napkins with.  Many years later I came across a book from Stitch People and re awoken the creativity once again, only now making portraits out of thread.

What time of day do you embroider?

 I am a pediatric occupational therapist during the day, so embroidery has to wait until after the kids go to bed and is typically only for a few hours a night.

What are your influences on the development of your work?

My art work is influenced by the very people I am to stitch! They provide the photos and I then draw up my interpretation of their look that I believe I can recreate using thread.

What were the main challenges you experienced throughout your experience with embroidery?

My biggest challenges are finding the life balance between daily life and my embroidery one, still working on it if you’re wondering. The other is my physical limitations. I have Lupus and Rheumatoid Arthritis. I can get stiff joints and easily fatigued that makes my hands shake if I over exert myself. At least that part I have learned to take breaks and plan out my work very well.

How do you deal when a job goes wrong?

Deep breath, inter mental tantrum, and then out comes the seam ripper.  Sometimes starting over is the best solution. Sometimes starting over many times is also the best solution.

Where do you look for inspiration?

I like to keep myself surrounded by fellow artists who work with the same medium. It’s helpful to bounce ideas off one another to help problem solve and road blocks that happen.

What would you like to learn in the textile world?

Oh there’s soooo many amazing textile talents to learn!! So hard to pick one! For the sake of this question, I’ll go with felting! I’ve seen some incredible works of art where felting was added to a hoop.

Tell us, in the textile world, who do you admire?

This is certainly a hard question. There are far too many accounts that I follow that oooze talent. See in their work just makes me want to keep on improving my skills.

What can’t be missing from your embroidery box?

No 10 and no 5 needles, a needle minder, thread wax from @snitches._.get._.stitches  , seam ripper, tiny scissors,  my mini emery sand filled pincushion, and pins!

What advice would you give to a beginner?

Keep on practicing! Find stitch a longs to participate in, and surround yourself with a community of folks who are in the same area as you!  Also, quality products DO make a difference!

 

 

Crédito das Imagens: @alice.n.thebear

Siga a gente no Instagram

@ancesttral.studio