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Qual é a sua técnica de bordado?
É uma técnica antiga de origem japonesa chamada Sashiko. Era usado como costura, sobrepondo dois ou mais tecidos para reforçar e reparar peças de vestuário.
Como o bordado surgiu na sua vida?
Veio através da minha avó, embora meus primeiros passos tenham sido pela pedagogia Waldorf. Eu me formei como professora de artesanato e aprendi Ponto Cruz.
A que horas do dia você borda?
Durante o dia em diferentes horários e sempre à noite, é o meu momento do dia em que o bordado me leva ao encontro comigo mesma. Podem ser 20 minutos, mas preciso deles para entrar no caminho certo.

Quais são suas influências e inspirações no desenvolvimento do seu trabalho?
A natureza é minha principal inspiração, observação e contemplação. Os antigos designs japoneses são baseados principalmente na natureza.
Ginza Akie é uma das minhas referências, ela é uma artista que transformou Sashiko em arte. Crie objetos para serem usados no dia a dia com designs incríveis.
Quais foram os principais desafios que você enfrentou ao longo da sua experiência com bordado?
O principal desafio é buscar, pesquisar, aprender sempre. Faço cursos de outras técnicas e disciplinas que se complementam. Nas minhas aulas eu não ensino apenas Sashiko, mas também ensino cultura japonesa, aplico arte terapia, leio lendas relacionadas aos padrões e muito mais. Sinto que é conhecimento infinito.
Onde você busca inspiração?
Na natureza, na arte, nos livros. Às vezes não tenho inspiração e começo fazendo algo simples, nesse “fazer” às vezes a inspiração surge e quando ela chega me conecta com outra frequência, onde tudo flui, é um tempo sem tempo.
O que não pode faltar na sua caixa de bordado?
O Sashiko requer poucos materiais: um tecido de algodão ou linho, linha e agulha (se for Sashiko, melhor ainda), tesoura e uma caixa bonita ou caixa de costura.
Que conselho você daria a uma novata?
Sashiko é uma prática de bordado que você aprende bordando. Aproveite o processo, é muito terapêutico e curativo. Você precisa se motivar e começar. Todos nós podemos fazer isso. Confiem em vocês mesmos.
Como o Sashiko entrou na sua vida?
Por meio de uma amiga que fez um par de jeans com Sashiko. Eu adorei assim que vi.
Como foi sua experiência no Japão?
Foi muito enriquecedora. Aprendi muito mais sobre a cultura deles. Tudo parecia próximo. Os designs estão por toda parte.
Tive a oportunidade de ver as flores de cerejeira na primavera. Comprei muitos livros e materiais. Realizei dois workshops de Sashiko em cidades diferentes.
Espero poder voltar, ainda tenho muita coisa para fazer.

ESPANHOL
¿Cuál es su técnica de bordado?
Es una técnica ancestral de origen japonesa llamada Sashiko. Se utilizaba como costura, superponiendo dos o mas telas para reforzar y reparar prendas.
¿Cómo llegó el bordado a su vida?
Llegó de la mano de mi abuela, aunque mis primeros pasos fueron a traves de la pedagogia waldorf. Me formé como maestra de labores y conocí el Punto Cruz.
¿A qué horas del día usted borda?
Durante el día en diferentes horarios y por las noches siempre, es mi momento del día donde el bordado me lleva a un encuentro conmigo. Pueden ser 20 minutos, pero los necesito para estar en eje.
¿Cuáles son sus influencias e inspiraciones en el desarrollo del trabajo?
La naturaleza es mi principal inspiración, observar y contemplar. Los antiguos diseños japoneses estan basados principalmente en la naturaleza.
Ginza Akie es una de mis referentes, es una artista que convirtió el Sashiko en arte. Realiza objetos para ser utilizados en la vida cotidiana con diseños increíbles.
¿Cuáles fueron los principales desafíos que experimentó a lo largo de su experiencia con el bordado?
El desafio principal es la búsqueda, la investigación, aprender siempre. Tomo cursos de otras técnicas y disciplinas que complementan. En mis clases no solo enseño Sashiko, enseño cultura japonesa, aplico arteterapia, leo leyendas relacionadas con los patrones y mucho mas. Siento que es un saber infinito.
¿Dónde busca usted inspiración?
En la naturaleza, en el arte, en los libros. A veces no tengo inspiración y comienzo por hacer algo simple, en ese “hacer” a veces surge la inspiración y cuando llega me contecta con otra frecuencia, donde todo fluye, es un tiempo sin tiempo.
¿Qué no puede hacer falta en su caja de bordado?
El Sashiko requiere de pocos materiales: una tela de algodón o lino, hilo y aguja (si es de sashiko mejor), tijera y una linda caja o costurero.
¿Qué consejo le daría a una novata?
El Sashiko es una práctica de bordado, se aprende bordando. Disfruten del proceso, es muy terapeutico y sanador. Hay que animarse y comenzar. Todos podemos hacerlo. Confíen en uds.
¿Cómo entró el sashiko en su vida?
A través de una amiga que tenía un jean intervenido con sashiko. Me encantó apenas lo vi.
¿Cómo fue su experiencia en Japón?
Fue muy enriquecedora. Aprendí mucho mas de su cultura. Todo lo sentía cercano. Los diseños estan por todas partes.
Tuve la posibilidad de ver la floración de los cerezos en primavera. Compré muchos libros y materiales. Relicé dos talleres de Sashiko en diferentes ciudades.
Tengo la esperanza de poder volver, me quedaron muchas cosas por hacer.
Crédito de imagens: @madrenieve