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A artista polonesa Magdalena Abakanowicz, nasceu em 1930 na Polônia, é reconhecida por suas esculturas em fibra chamadas de Abakans, outro fato curioso é que ela supostamente é descendente de Genghis Khan, testemunhou e sobreviveu à Segunda Guerra Mundial ainda jovem. Ela cresceu na Polónia durante o regime comunista, uma versão diferente do país que conhecemos hoje. Abakanowicz estudou arte formalmente no início dos anos 1950 na Polônia e desde o início interessou-se pelos têxteis como o seu principal modo de expressão.
Após sua premiação na VIII Bienal Internacional de São Paulo, em 1965, sua produção ganha espaço internacional.
A partir dos anos 1970, sua produção foi intensificada pelas obras de tapeçaria como os Abakans para a série figurativa Alterations, em que corpos humanos foram produzidos por meio da sobreposição de camadas de fibra têxtil.
Nesta série, os corpos são frequentemente representados sem rostos, sua intenção era mostrar a obediência servil de um grupo. Segundo a artista, suas obras deste período propõem um confronto do “homem consigo mesmo, com sua solidão, em meio à multidão.”

Ela rompeu com as convenções comuns da arte têxtil ao fazer experiências com esta usando vários materiais, quebrando categorias antigas do que era visto como “têxtil” e expandindo ainda mais o uso de fibras na arte. A artista utilizou cânhamo, crina de cavalo e sisal (fibra extraída da planta agave) para criar suas grandes obras.
Créditos de imagem: Google