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Sheila Hicks nasceu em Nebraska, Estados Unidos e recebeu em 1957 uma bolsa para pintar no Chile. Ainda na América do Sul desenvolveu interesse em trabalhar com fibras. Seus trabalhos foram expostos internacionalmente de forma individual e coletiva. Ela participou da Bienal de São Paulo em 2012 no Brasil. 
Quando era estudante de Yale, teve a oportunidade conhecer Josef Albers, que havia sido aluno da Bauhaus. Com ele aprendeu uma nova abordagem no estudo de cores, e esse novo pensamento influencia até hoje seu trabalho.

Quando morou em Paris em 1964 seu trabalho tomou outra direção, a partir dessa época, a escala de seu trabalho aumentou. Começou a experimentar técnicas têxteis industriais. Ela usou uma pistola elétrica especial que lhe permitiu bordar tapeçarias esculturais com seções fortemente tufadas em alto relevo. Um exemplo foi seu “Tapete de Oração Vermelho” de 1964. Em 1966, criou um novo tipo de tecido pesado usando técnicas indígenas de trama simples.

Esse tecido tinha algodão embutido na tecelagem, o que acrescentava massa e densidade escultural. No final da década de 1960, seu domínio do embrulho podia ser visto nos longos cordões de sua obra suspensa “Principal Wife”. No início da década de 1970, ela produziu um conjunto marcante de tapetes, baseado em sua estada no Marrocos. As cores dos tapetes e também as imagens remetem à arquitetura islâmica. A Seance, composta por feixes de tecidos coloridos, foi feita para a Design Miami/Basil em 2014.


Crédito das imagens: Sheila Hicks site